quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O mestre... Cristóbal Balenciaga



Cristóbal Balenciaga nasceu em 21 de janeiro de 1895 em Guetaria, uma vila da região basca da Espanha. Veio de uma família humilde, sua mãe era costureira e seu pai um pescador.

Desde cedo ja mostrava seu talento, sendo que aos 13 anos, se torna aprendiz de alfaiate. Em 1919 abre a Maison Balenciaga na cidade San Sebastián e devido ao seu repentino sucesso e reconhecimento, abre filiais em Madri (1933) e Barcelona (1935) e se estabelece em Paris, em 1937.




Balenciaga mantinha uma postura reservada, mantendo relações estreitas com a imprensa, já que não dava muitas entrevistas.

Balenciaga foi um estilista único, que inovou nas formas, nos volumes, construindo silhuetas novas e muito interessantes. Suas roupas eram "puras", arquitetônicas e possuiam muita elegância e requinte.







Perfeccionista ao extremo, as vezes passava horas costurando e descosturando peças até que ficassem do seu gosto.

“A Couturier must be:
An architect for design,
A sculptor for shape,
A painter for colour,
A musician for harmony”
(Cristóbal Balenciaga)





Haute couture is like an orchestra, whose conductor is Balenciaga. We other couturiers are the muiscians and we follow the directions he gives”
(Dior)

“A woman has no need to be perfect or even beautiful to wear my dresses, the dress will do it all for her”
(Cristóbal Balenciaga)

Coco Antes de Chanel

Ainda não assistiu?

O filme mostra a vida de Gabrielle “Coco” Chanel, revelando um pouco de sua forte personalidade e o começo sua trajetória no mundo da moda, embora de maneira sucinta. O foco do filme não é mostrar Chanel como a consagrada estilista que revolucionou o modo de vestir da mulher, libertando-a através do uso de roupas masculinas, mas sim, mostrar sua origem humilde, a infância vivida no orfanato, as canções nos cabarés, seus relacionamentos...

Enfim, só mesmo assistindo pra saber né, afinal, cada um tem seu próprio gosto e suas próprias conclusões :)



Viktor & Rolf - verão 2011

Há um tempinho atras, eu estava fazendo uma pesquisa imagética pra facul e encontrei a maravilhosa coleção dos estilistas holandeses Viktor Horstin e Rolf Snoeren apresentada este ano na semana de moda de Paris.

A coleção traz um tema bem legal, já que é inspirada nas camisas masculinas. Isso me lembra muito o capítulo “Vestuário feminino como resistência não-verbal”("A moda e seu papel social: Classe, gênero e identidade das roupas” - Diana Crane) que a gente taaaaanto viu esse semestre hahaha! De fato, as camisas já estão inseridas na vestimenta feminina e, pelo que foi mostrado na coleção, podem render grandes e boas idéias. É só liberar a imaginação!

Pra mim, os pontos fortes da coleção foram as golas e punhos (usadas de diversas maneiras), as camadas de tecidos (sobreposições), e os volume e silhuetas diferentes.



















terça-feira, 16 de novembro de 2010

Volume

Essa aula de laboratório de criação foi uma das mais legais :)

A proposta era explorar no busto volumes diferenciados, estranhos, fazendo uso de manta acrílica e jornal.




Fiz uma coisa meio doida, com volumes nas costas e no ombro hahahah =D











Deu bastante trabalho....









E ai, gostaram? :)

quinta-feira, 17 de junho de 2010




"I know you've got it in you
Won't you let it out
Dig a little deeper and I know you'll find strength inside
If we can be the ones to hold on, Stay strong
Maybe we can make a difference in somebody's life" ♪

A Sin To Hold On To - Emery

Elemento material...

vendo esse vídeo me lembrei do cap. 9 do livro "Introdução a filosofia da Arte". O capítulo fala sobre os elementos materiais do artista, ou seja, aquilo que ele usa como matéria prima para criar. Neste caso, a artista faz uso da areia e consegue fazer obras bem interessantes.

Vale a pena conferir!

“O artista não vê a matéria que utiliza como obstáculo que o impede de exprimir-se. A matéria lhe opõe resistência, mas ao mesmo tempo dificulta e possibilita a expressão. Ela é, na verdade,o meio expressivo”.
(Constantes técnicas das artes – Gilo Dorfles)

"A arte diz o indizível, exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."

Leonardo da Vinci